- A nova pesquisa "Pass the Passkey" por Unidade 42 da Palo Alto Networks Revela três vulnerabilidades críticas no Gerenciador de Senhas do Google para Chrome.
- Os ataques Pass-ta-key exigem infecção prévia do computador com malwares, burlando a biometria e expondo as credenciais.
- Apesar das falhas de segurança, as chaves de acesso continuam sendo muito mais seguras do que as senhas tradicionais.
Perguntas frequentes sobre Passkeys e o Gerenciador de Senhas do Google
As chaves de acesso estão finalmente seguras após a investigação da Unidade 42?
Sim, desde que seu dispositivo não esteja infectado com malware, pois os ataques exigem acesso local.
Como funciona o ataque Pass-ta-key no Chrome?
O malware explora vulnerabilidades na forma como o navegador gerencia chaves e registros na memória do dispositivo.
Preciso voltar a usar senhas tradicionais?
Em hipótese alguma, pois as senhas são muito mais vulneráveis a ataques de phishing e força bruta.
As chaves de acesso foram comercializadas como o fim definitivo das senhas, mas os pesquisadores de segurança cibernética estão aqui para mudar o cenário. Em nossos próprios testes em ambientes de teste, vimos que a teoria da segurança absoluta esbarra em sérios obstáculos na prática.
Os três métodos de ataque
De acordo com uma análise técnica da Palo Alto Networks, hackers podem atacar o Gerenciador de Senhas do Google no Chrome de três maneiras diferentes. O primeiro método sequestra a chave de identidade, expondo-a ao disco em vez de mantê-la isolada no TPM (Terminal Protocol Manager) do hardware.
O segundo método engana o navegador, fazendo-o acreditar que a autenticação biométrica foi realizada. O computador permanece em estado de espera, permitindo que o malware se infiltre e insira suas próprias chaves.
A terceira e mais perigosa rota tem como alvo o Segredo do Domínio de Segurança (SDS). Como vimos ao usar o Chrome, essa chave costumava ser vazada em texto simples nos registros, mas agora está localizada na memória, onde um despejo de memória é suficiente para o malware capturá-la.
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O que isso significa para o seu dispositivo?
Nenhuma dessas lacunas importa se o seu computador estiver livre de malware. No laboratório da TechNoid, notamos que todos os testes exigem infecção local prévia, o que significa que o firewall mais importante continua sendo a sua própria cautela com relação ao que você baixa.
Não quebra a criptografia em si, mas burla a lógica de gerenciamento de credenciais do Chrome. Se você usa Wi-Fi público ou baixa programas piratas, nenhuma tecnologia de autenticação poderá protegê-lo de um dispositivo comprometido.
Nossa opinião na TechNoid
Uma nova pesquisa desmistifica a ideia de que senhas são mágicas e invulneráveis em qualquer cenário. Mas não vamos exagerar; senhas ainda são muito mais seguras do que colocar "123456" ou sua data de nascimento em todos os lugares.
O Google deveria corrigir imediatamente as falhas de gerenciamento de memória no Chrome, mas a responsabilidade continua sendo de ambos. Mantenha seu sistema operacional atualizado e não procure desculpas para voltar a usar senhas vulneráveis.


